Laboratório: BLAU
Modelo: Botulim 100U frasco-ampola pó liofilizado
Disponibilidade: Em estoque
R$ 890,00 R$ 742,00

Qtd

“Para maior segurança e resultado, a Toxina Botulínica- Botulim 50U, 100 U e 200 U, deve ser aplicada apenas por profissionais qualificados e experientes, sendo eles: médicos, médicos dermatologistas, dentistas, farmacêuticos, biomédicos e enfermeiros. O procedimento necessita ser realizado em centros clínicos especializados ou em ambiente hospitalar.”


Botulim® é uma forma congelada a vácuo e estéril da toxina botulínica – tipo A, produzida a partir da cultura de bactérias (microorganismos) Clostridium botulinum tipo A, classificado terapeuticamente como agente paralisante neuromuscular (promove o relaxamento, ou paralisia dos músculos tratados).

Botulim® é indicado para:

- Tratamento de blefaroespasmo (tremor ou contrações nas pálpebras) essencial benigno ou distúrbios do VII par craniano em pacientes com idade acima de 18 anos;

- Tratamento de rugas glabelares (formadas próximas as sobrancelhas), de grau moderado a severo, associadas a atividades do músculo corrugador e/ou do músculo prócero em adultos com idade entre 18 a 65 anos;

- Tratamento da espasticidade muscular de membros superiores, após ocorrência de acidente vascular cerebral (AVC/derrame), em pacientes acima de 20 anos de idade;

- Tratamento da deformidade do pé equino devido a hipertonia muscular (espasticidade) dinâmica em crianças, acima de 2 anos de idade, portadoras de paralisia cerebral.


*Consulte a Bula para mais informações e detalhes sobre o medicamento Botulim®.


Princípio Ativo: Toxina Botulínica

Apresentação: Embalagem contendo 1 frasco-ampola de 100U. Pó liófilo injetável. 

Laboratório: Blau

Conservação: Temperatura refrigerado (entre 2°C e 8°C)

Registro M.S: 1163701430044

(Venda somente com prescrição médica. Sem imagem do produto. Determinação da ANVISA RDC 96/2008)

Bula
Detalhes do Produto BOTULIM®
Blau Farmacêutica S.A.
Pó Liófilo Injetável
50 U
100 U
200 U
Blau Farmacêutica S/A.
MODELO DE BULA PACIENTE – RDC 47/09
BOTULIM®
toxina botulínica – Tipo A
APRESENTAÇÕES
Pó liófilo injetável. Embalagem contendo 1 frasco-ampola de 50 U, 100 U ou 200 U.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO: INTRAMUSCULAR
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS
COMPOSIÇÃO
Cada frasco-ampola de 50 U contém:
toxina botulínica – Tipo A .................................................................................50 U*
excipientes** q.s.p. ...........................................................................1 frasco-ampola
** (albumina humana e cloreto de sódio)
Cada frasco-ampola de 100 U contém:
toxina botulínica – Tipo A ................................................................................100 U*
excipientes** q.s.p. ...........................................................................1 frasco-ampola
** (albumina humana e cloreto de sódio)
Cada frasco-ampola de 200 U contém:
toxina botulínica – Tipo A ................................................................................200 U*
excipientes** q.s.p. ...........................................................................1 frasco-ampola
** (albumina humana e cloreto de sódio)
*Cada unidade (U) corresponde à dose intraperitoneal letal média (DL50) de toxina botulínica calculada
em camundongos.
I - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Botulim® é indicado para:
- Tratamento de blefaroespasmo (tremor ou contrações nas pálpebras) essencial benigno ou distúrbios do
VII par craniano em pacientes com idade acima de 18 anos;
- Tratamento de rugas glabelares (formadas próximas as sobrancelhas), de grau moderado a severo,
associadas a atividades do músculo corrugador e/ou do músculo prócero em adultos com idade entre 18 a
65 anos;
- Tratamento da espasticidade muscular de membros superiores, após ocorrência de acidente vascular
cerebral (AVC/derrame), em pacientes acima de 20 anos de idade;
- Tratamento da deformidade do pé equino devido a hipertonia muscular (espasticidade) dinâmica em
crianças, acima de 2 anos de idade, portadoras de paralisia cerebral.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Botulim® é uma forma congelada a vácuo e estéril da toxina botulínica – tipo A, produzida a partir da
cultura de bactérias (microorganismos) Clostridium botulinum tipo A, classificado terapeuticamente como
agente paralisante neuromuscular (promove o relaxamento, ou paralisia dos músculos tratados).
Blau Farmacêutica S/A.
Age bloqueando a condução neuromuscular devido à ligação nos receptores terminais dos nervos
simpáticos motores, inibindo a liberação de acetilcolina. Quando injetado por via intramuscular em doses
terapêuticas, provoca o relaxamento muscular parcial por desnervação química localizada.
Quando um músculo é desnervado quimicamente, pode ocorrer atrofia e podem se desenvolver receptores
de acetilcolina extrajuncionais. Há evidência de que o nervo pode voltar a crescer e novamente inervar o
músculo, o que faz com que a debilidade seja reversível.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é contraindicado em pessoas que possuem antecedentes de hipersensibilidade a
qualquer dos ingredientes contidos na formulação e na presença de infecção no local da aplicação.
Também é contraindicado em pacientes que tenham doenças da junção neuromuscular (ex.: miastenia
grave, síndrome de Lambert-Eaton ou esclerose lateral amiotrófica). As doenças podem ser exacerbadas
devido à atividade relaxante muscular do produto).
Pacientes grávidas, potencialmente férteis e lactantes.
Este medicamento é contraindicado para o uso em menores de 2 anos.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
A eficácia e segurança de Botulim® dependem do armazenamento adequado do produto, seleção correta
da dose e técnicas apropriadas de reconstituição e administração.
Os médicos que fizerem uso de Botulim® em seus pacientes devem entender profundamente de anatomia
neuromuscular topográfica e funcional das regiões a serem tratadas, bem como estar a par de quaisquer
alterações anatômicas que tenham ocorrido com o paciente devido a procedimentos cirúrgicos anteriores.
Devem conhecer também técnicas-padrão de eletromiografia ou de eletroestimulação.
As doses e frequências de administração recomendadas para Botulim® não devem ser excedidas.
Difusão do efeito da toxina: Após sua administração, os efeitos da toxina botulínica podem produzir
sintomas indesejados além de dor no local da aplicação e podem incluir astenia, fraqueza muscular
generalizada, diplopia, visão borrada, ptoses, disfonia, disfagia, incontinência urinária e dificuldades
respiratórias. Dificuldades de deglutição e respiração podem ser ameaçadoras à vida, tendo havido relatos
de mortes associados à difusão do efeito da toxina. O risco de sintomas é provavelmente maior em
crianças em tratamento para espasticidade cerebral, mas os sintomas podem também ocorrer em adultos
tratados para a mesma enfermidade e outras condições, particularmente em pacientes que têm condições
subjacentes ou predisposição para estes sintomas. Em usos não aprovados, incluindo espasticidade em
crianças e adultos, e em indicações aprovadas, casos de difusão têm ocorrido em doses comparáveis às
utilizadas para o tratamento de distonia cervical e em doses menores.
Reações de hipersensibilidade: reações de hipersensibilidade sérias e/ou imediatas têm sido relatadas
com injeções de outras toxinas botulínicas. Estas reações incluem anafilaxias (forma grave de ração
alérgica), urticária, edema (inchaço) de tecidos moles e dispneia (falta de ar). Um caso fatal de anafilaxia
foi relatado no qual houve o uso incorreto de lidocaína como diluente e, consequentemente, não foi
possível de se estabelecer corretamente qual foi o agente causal. Se este tipo de reação ocorrer, a
aplicação do produto deve ser descontinuada e terapias médicas apropriadas deverão ser instituídas.
Pré-existência de disfunções neuromusculares: indivíduos com doenças motoras neuropáticas
periféricas (ex.: esclerose lateral amiotrófica, ou neuropatia motora) ou distúrbios da junção
neuromuscular (ex.: miastenia grave ou síndrome de Lambert-Eaton) podem ter aumentado o risco de
efeitos sistêmicos clinicamente significantes incluindo severa disfagia e comprometimento respiratório
em doses típicas de toxina botulínica. Artigos médicos publicados com toxina botulínica relatam casos
raros de administração de toxina botulínica em pacientes com desordens neuromusculares reconhecidas
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ou não, onde os pacientes demonstraram extrema hipersensibilidade aos efeitos sistêmicos das doses
clínicas habituais. Em alguns casos, a disfagia permaneceu por alguns meses e requisitou a administração
de alimentação via tubo gástrico.
Disfagia: a disfagia (dificuldade para digerir e/ou engolir) é comumente relatada como evento adverso
após o tratamento de pacientes com distonia cervical com todas as formulações de toxina botulínica.
Nestes pacientes, são relatados casos raros de disfagia severa suficiente para o uso de sonda gástrica para
alimentação. Há também relatos de casos onde o paciente com disfagia severa desenvolveu pneumonia
por aspiração e faleceu.
Também houve relatos de eventos adversos com toxina botulínica envolvendo o sistema cardiovascular
(cardíaco), incluindo arritmia e infarto do miocárdio, em alguns casos com desfechos fatais. Alguns
desses pacientes apresentavam fatores de risco incluindo doença cardiovascular.
Ausência de intercambialidade entre os produtos contendo toxina botulínica: considerando-se que as
unidades de potência da toxina botulínica são específicas aos diferentes produtos, eles não são
intercambiáveis entre si. Dessa forma, as unidades de atividade biológica da toxina botulínica não podem
ser comparadas ou convertidas em unidades de outro produto contendo toxina botulínica avaliado com
outros métodos específicos. Recomenda-se, assim, a anotação da marca do produto, com identificação de
lote, na ficha dos pacientes.
Pacientes sob tratamento com outros relaxantes musculares (ex.: cloreto de tubocurarina, dantroleno
sódico, etc.) podem ter potencializado o relaxamento muscular ou aumentados os riscos de disfagia, assim
como, em pacientes tratados com outros fármacos com atividade relaxante muscular, ex.: cloridrato de
espectinomicina, antibióticos aminoglicosídeos (ex.: sulfato de gentamicina, sulfato de neomicina etc.)
antibióticos polipeptídeos (sulfato de polimixina B etc.), tetraciclinas, lincomicina (lincosamidas),
relaxantes musculares (baclofeno etc.), agentes anticolinérgicos (butilbrometo de escopolamina,
cloridrato de triexilfenidil etc.), benzodiazepina e medicamentos similares (diazepam, etizolam etc.),
benzamidas (cloridrato de tiaprida, sulpirida etc). Recomenda-se cautela ao administrar toxina botulínica
a esses pacientes.
Este produto contém albumina, um derivado de sangue humano. Quando produtos derivados de sangue
humano ou soro são administrados no corpo humano, deve haver a consideração de que estes produtos
possuem potenciais de transmissão de agentes causadores de doenças infecciosas. Pode incluir agentes
patogênicos ainda desconhecidos. Para minimizar os riscos de tais infecções por agentes transmissíveis,
alguns cuidados particulares são tomados em relação ao processo de fabricação da albumina, incluindo a
remoção dos vírus e/ou processos de inativação adicionalmente à seleção cuidadosa dos doadores e testes
apropriados das unidades doadas.
É extremamente remoto o risco de transmissão da Doença de Creutzfeldt-Jakob.
Espasticidade Muscular: toxina botulínica é um produto utilizado apenas para o tratamento da rigidez
localizada estudada em associação com o método terapêutico padrão geral. O produto toxina botulínica
não é eficaz em melhorar a faixa motora da articulação afetada por uma rigidez fixa.
Paralisia Cerebral Pediátrica: toxina botulínica é um medicamento desenvolvido para tratamento de
espasmo local em conexão com tratamentos padrão, mas não se destina a substituir essas modalidades de
tratamento. Não é provável que o produto toxina botulínica melhore o movimento em uma articulação
afetada por uma contratura permanente.
Blau Farmacêutica S/A.
Advertências:
Efeitos sobre a habilidade de dirigir automóvel e utilizar máquinas:
Alguns sinais e sintomas foram reportados após a utilização do produto, tais como: astenia, fraqueza
muscular, tontura e distúrbios visuais, de forma que estes podem afetar a habilidade de condução de
veículos e utilização de máquinas.
Blefaroespasmos (contrações e tremores nas pálpebras) e Linhas Glabelares (rugas entre
sobrancelhas)
A aplicação da toxina botulínica em músculos orbiculares pode reduzir o número de piscadas expondo a
córnea, defeito epitelial persistente e ulceração da córnea, especialmente em pacientes com disfunções no
nervo VII. Um caso de perfuração corneana em olho afácico ocorreu com o uso de toxina botulínica,
necessitando de enxerto corneano devido a este efeito. Testes cuidadosos de sensibilidade da córnea em
olhos previamente operados devem ser conduzidos e a administração na região da pálpebra inferior deve
ser evitada para reduzir o risco de ectrópio palpebral.
Cuidados devem ser tomados quando utilizar a toxina botulínica em pacientes com inflamação no local da
injeção, marcada assimetria facial, ptose, dermatocalásio excessivo, cicatrizes dérmicas profundas, pele
sebácea ou substancial inabilidade de diminuição das linhas glabelares devido ao distanciamento físico
entre elas.
Gravidez e Lactação
Categoria de risco na gravidez: C.
Botulim® é contraindicado em mulheres grávidas, período fértil e lactantes.
Não foi estabelecida segurança para este medicamento durante a gravidez e amamentação. São
conhecidos relatos de abortos e efeitos adversos com o uso deste medicamento durante o período
gestacional, para doses diárias de 0,125U/Kg a 2U/Kg ou maiores, em coelhos. Já em ratos, não houve
ocorrências de aborto ou efeitos adversos com doses iguais ou maiores a 4U/Kg. Doses de 8 e 16U/Kg em
ratos têm sido associadas a perda de peso do feto e ossificação tardia do osso hioide, o qual pode ser
reversível. Não há conhecimento se o medicamento é excretado no leite materno, não sendo recomendado
o uso deste medicamento durante o aleitamento.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Uso Pediátrico
Botulim® pode ser utilizado em crianças no tratamento da deformidade do pé equino devido a hipertonia
muscular (espasticidade) dinâmica em crianças acima de 2 anos portadoras de paralisia cerebral.
A segurança e eficácia de Botulim® não foram estabelecidas em crianças abaixo de 2 anos de idade,
portadoras de paralisia cerebral para tratamento de deformidade de pé equino; em pacientes abaixo de 18
anos para tratamento de blefaroespamo; em pacientes abaixo de 18 e acima de 65 anos para tratamento de
rugas glabelares e em pacientes abaixo de 20 anos para tratamento de espasticidade muscular em
membros superiores após ocorrência de acidente vascular cerebral.
Este medicamento é contraindicado para o uso em menores de 2 anos.
Uso em Idosos
Estudos com toxina botulínica não identificaram diferenças nas respostas aos tratamentos em indivíduos
com idade acima de 65 anos em comparação a indivíduos mais jovens.
Em geral, a escolha da dose para pacientes idosos requer cuidado, recomendando-se inicialmente a
administração da menor dose.
Carcinogênese, Mutagênese e Diminuição da Fertilidade
Blau Farmacêutica S/A.
Não foram conduzidos estudos de longo prazo em animais para avaliar o potencial carcinogênico deste
produto.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Em sua embalagem intacta, Botulim® deve ser conservado em geladeira com temperatura entre 2ºC e 8ºC.
O produto reconstituído pode ser armazenado na geladeira em temperatura de 2°C e 8°C por até 24 horas
após reconstituição.
Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Botulim® é um pó seco envasado a vácuo. Após reconstituição, a solução deve ser límpida, incolor e livre
de partículas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
DEVE SER APLICADO SOMENTE POR PROFISSIONAL DA SAÚDE DEVIDAMENTE
QUALIFICADO PARA USO CORRETO DO PRODUTO E COM OS EQUIPAMENTOS
NECESSÁRIOS.
Antes de utilizar o medicamento, confira o nome no rótulo, para evitar enganos. Não utilize o Botulim®
caso haja sinais de violação e/ou danos no lacre do frasco-ampola.
Se mantida sob refrigeração, a preparação deve ser trazida à temperatura ambiente antes da
administração.
Técnica de Administração / indicação
1. Blefaroespasmo (tremor ou contrações não desejadas das pálpebras)
No blefaroespasmo, Botulim® reconstituído (veja tabela de diluição) é injetado usando-se uma seringa
estéril e agulha 27 a 30 gauge. A dose inicial recomendada é de 1,25 – 2,5U (0,05 mL a 0,1 mL de
volume para cada local), injetada na porção medial e lateral pré-tarsal do músculo orbicular dos olhos da
pálpebra superior e na porção pré-tarsal lateral do músculo orbicularis oculi da pálpebra inferior. Em
geral, os efeitos iniciais das injeções são verificados em 3 dias e atingem o pico em uma ou duas semanas
após o tratamento. Cada tratamento tem duração de cerca de 3 meses. Em uma sessão repetida de
tratamento, a dose pode ser aumentada em até duas vezes se a resposta ao tratamento inicial for
considerada insuficiente (geralmente definida com um efeito que não dura mais de dois meses). No
entanto, parece haver pouca vantagem obtida com a injeção de mais de 5,0U em cada local.
Alguma tolerância pode ser encontrada quando este produto é usado para tratar blefaroespasmo se
tratamentos são administrados com maior frequência do que a cada 3 meses e é raro ter efeitos
permanentes. A dose cumulativa de tratamento com Botulim® em um período de 30 dias não deve ser
maior que 200U.
2. Linhas Glabelares (rugas entre as sobrancelhas)
Reconstitua Botulim® com solução salina - cloreto de sódio a 0,9% - estéril para ter uma solução de 100U
/ 2,5mL (4U / 0,1mL). Utilizando agulha de calibre 30G, injete a dose de 0,1 mL em cada um dos 5
locais, 2 em cada músculo corrugador e 1 no músculo prócero, totalizando-se 20U.
Blau Farmacêutica S/A.
A fim de se reduzir a possibilidade de ptoses, recomenda-se evitar a injeção próximo ao músculo
levantador da pálpebra superior, particularmente em paciente com grandes complexos depressores da
testa.
As injeções no músculo corrugador interior e sobrancelha central devem ser realizadas a pelo menos 1 cm
acima da crista óssea supraorbitária.
Atenção especial deve ser dada para evitar a injeção deste produto no vaso sanguíneo. A fim de evitar a
exsudação por baixo da crista orbital, certifique-se de colocar firmemente o polegar ou dedo indicador por
baixo da crista orbital, antes da injeção. A agulha deve ser direcionada para o centro superior durante a
injeção e uma atenção especial deve ser dada para injetar o volume exato.
As linhas glabelares faciais surgem a partir da atividade do músculo corrugador e do músculo orbicular
ocular. Estes músculos movem a testa medialmente e os músculos prócero e depressor do supercílio
movimentam a testa inferiormente. Isso cria cenho franzido ou “testa franzida”. A localização, tamanho e
uso dos músculos variam muito entre os indivíduos. Uma dose eficaz para as linhas faciais é determinada
pela observação simples da capacidade do paciente em ativar os músculos superficiais injetados.
Cada tratamento dura cerca de três a quatro meses. Injeção mais frequente deste produto não é
recomendada porque a segurança e a eficácia não foram estabelecidas nestas circunstâncias.
3. Espasticidade muscular
As doses e número de locais das injeções podem variar dependendo do tamanho, número, espessura e
localização dos músculos acometidos e da resposta, do paciente, ao tratamento. O relaxamento da tensão
muscular foi demonstrado entre 3 – 5 semanas, após a administração do produto. Diminuição gradual da
resposta ao tratamento foi observada após 12 semanas do estudo clínico. Se for considerado apropriado
pelo médico, a repetição da dose pode ser administrada quando os efeitos da injeção anterior tiverem
diminuído. Re-injeções não devem ser realizadas com intervalo menor que 12 semanas.
A quantidade administrada, no estudo clínico, é demonstrada a seguir:
Local de injeção Dose Nº de Locais
Pulso flexionado
Flexor carpi radialis 15-60 U 1 – 2 locais
Flexor carpi ulnaris 10-50 U 1 – 2 locais
Punho cerrado
Flexor digitorum superficialis 15-50 U 1 – 2 locais
Flexor digitorum profundus 15-50 U 1 – 2 locais
Flexor do cotovelo
Bíceps 100-200 U
Dose máxima 360 U
Até 4 locais
Polegar palma da mão
Flexor longo do polegar 0-20 U 1 – 2 locais
Adutor do polegar 0-10 U 1 – 2 locais
Flexor curto do polegar 0-10 U 1 – 2 locais
4. Deformidade de pé equino devido a espasticidade da paralisia cerebral
Administre na porção medial e lateral da cabeça do músculo gastrocnêmio. Em caso de paralisia bilateral
o produto deve ser administrado em ambas pernas à dose de 6U/Kg de peso corporal (3U/Kg para cada
perna). Em caso de paralisia unilateral o produto deve ser administrado à perna rígida a dose de 4U/Kg de
peso corporal. A dose máxima / injeção não deve exceder a 200U e após a administração o paciente deve
ser observado por 30 minutos para detectar a ocorrência de eventos adversos. O estudo clínico realizado
pelo fabricante avaliou resposta ao tratamento após 06 semanas das injeções. Os resultados foram
mantidos nas avaliações realizadas após 12 semanas da aplicação. Na avaliação após 24 semanas pós
aplicação, houve retorno às condições clínicas similares às pré-injeção. Se for considerado apropriado
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pelo médico, a repetição da dose pode ser administrada quando os efeitos da injeção anterior tiverem
diminuído. Re-injeções não devem ser realizadas com intervalo menor que 12 semanas.
Técnica de Diluição
Botulim® liofilizado deve ser reconstituído com a solução salina – cloreto de sódio 0,9%, estéril e sem
conservantes. Aspirar a quantidade adequada de diluente na seringa de tamanho apropriado. Injetar
lentamente e misturar suavemente o diluente no frasco, uma vez que o produto é desnaturado por
borbulhamento ou forte agitação. Botulim® apresenta pressão controlada com consequente menor
formação de bolhas e baixa pressão negativa, que visa proteger a estrutura das proteínas e de sua
formulação.
Botulim® deve ser administrado dentro de 24 horas após a reconstituição; durante este período, o produto
reconstituído deve ser mantido sob refrigeração (2°C e 8°C). A solução reconstituída de Botulim® deve
ser límpida, incolor e livre de quaisquer partículas.
Os produtos de administração parenteral devem ser inspecionados visualmente quanto a partículas e
descoloração antes da sua administração. O produto e o diluente não contém qualquer conservante e,
dessa forma, devem ser utilizados somente para um paciente único.
Utilizar somente seringas e agulhas estéreis a cada vez que se fizer necessária a diluição ou retirada
do produto.
Tabela de Diluição:
Diluente adicionado
(cloreto de sódio a
0,9%)
Dose Resultante (U/0,1 mL)
50U 100U 200U
0,5 mL 10,0U 20,0U 40,0U
1,0 mL 5,0U 10,0U 20,0U
2,0 mL 2,5U 5,0U 10,0U
4,0 mL 1,25U 2,5U 5,0U
8,0 mL - 1,25U 2,5U
Nota: Essas diluições são calculadas para uma aplicação com volume de 0,1 mL. Um aumento ou
diminuição na dose de Botulim® é também possível com administração de um volume maior ou menor,
de 0,05 mL (50% a menos na dose) a 0,15 mL (50% a mais na dose).
Técnica de Manuseio
A injeção de Botulim® é preparada aspirando-se a toxina diluída do frasco, em quantidade suficiente e
ligeiramente superior à dose desejada. As bolhas de ar na seringa devem ser expelidas e a seringa deve ser
conectada à agulha selecionada. O volume excedente é expelido através da agulha para um recipiente de
sobras a fim de assegurar a desobstrução da agulha e confirmar que não há vazamento na junção seringaagulha.
Para a administração do produto no paciente podem-se utilizar agulhas calibre 25 a 30G para os músculos
superficiais, e agulha calibre 22G para os músculos mais profundos.
Para a espasticidade focal, pode ser útil a localização dos músculos envolvidos por eletromiografia ou por
técnicas de estimulação elétrica dos nervos.
Múltiplos locais de injeção permitem que Botulim® tenha um contato mais uniforme com as áreas de
inervação do músculo e são especialmente úteis em grandes músculos.
Cuidados no armazenamento e manuseio
Os frascos fechados de Botulim®, devem ser armazenados sob refrigeração (2°C e 8°C).
Após a reconstituição, Botulim® pode ser armazenado sob refrigeração (2°C e 8°C) por até 24 horas.
Blau Farmacêutica S/A.
Após a administração do produto ao paciente, a solução remanescente, tanto do frasco quanto da seringa
deverá ser inativada utilizando-se uma solução de hipoclorito diluído (0,5%). Após o uso e vencimento do
período de armazenamento, deve-se executar a eliminação segura do produto.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Nunca tome duas doses ao mesmo tempo. Caso você esqueça de administrar uma dose, esta deverá ser
administrada assim que possível, respeitando e seguindo, o intervalo determinado pelo seu médico.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas que serão detalhadas, a seguir, ocorrem dentro dos primeiros dias após a
injeção e, geralmente, são leves e transitórias.
1. Geral
Em geral, os eventos adversos ocorrem na primeira semana após a injeção da toxina botulínica e, apesar
de geralmente transitórios, podem perdurar por alguns meses. Em alguns casos podem ser observadas
reações em locais distantes do ponto da aplicação. Dor local, hematomas, inflamação, parestesia,
hipoestesia, sensibilidade anormal à compressão, intumescimento/edema, eritema, infecção localizada,
hemorragia e/ou ardor foram associados com a injeção, tanto no local da injeção como em músculos
adjacentes. Fraqueza do músculo local representa uma expectativa de ação farmacológica da toxina
botulínica. Entretanto, fraqueza em músculos adjacentes podem também ocorrer devido à difusão da
toxina. Quando injetada em pacientes com blefaroespasmos, alguns músculos distantes do local da
injeção demonstram aumento do estímulo eletrofisiológico (rápida variação na forma da onda) o qual não
está associado com a fraqueza clínica ou outros tipos de anormalidades fisiológicas.
Alguns casos raros de morte foram relatados espontaneamente, algumas vezes associados à disfagia,
pneumonia e/ou outras debilidades significativas ou anafilaxia, após o tratamento com outras toxinas
botulínicas. Há também relatos de eventos adversos envolvendo o sistema cardiovascular, incluindo
arritmia e infarto de miocárdio, alguns com desfechos fatais. A exata relação entre estes eventos e a
toxina botulínica não foi estabelecida.
Alguns sinais e sintomas ainda relacionados a outras toxinas botulínicas e cuja relação causal não é
conhecida: rash cutâneo (incluindo eritema multiforme, urticária, erupção psoriasiforme), prurido e
reação alérgica.
2. Blefaroespasmo (contrações ou tremores não desejados das pálpebras)
Eventos adversos foram observados em 39% dos pacientes de 18 anos ou mais que foram tratados durante
o estudo clínico para blefaroespasmo.
Locais Eventos Adversos (Incidência)
Olhos
Ptoses (queda da pálpebra - 6,61%) lagoftalmia
(paralisia da pálpebra que deixa o olho
parcialmente aberto - 6,61%), olho seco (6,61%),
lacrimejamento (4,13%), blefaroedema (inchaço
das pálpebras - 1,65%), fotofobia (intolerância a
luz - 2,48%), conjuntivite (2,48%), miodesopsia
(moscas volantes - 1,65%), calasia (0,83%), calázio
(inchaço ou caroço na pálpebra - 0,83%), sensação
extracorpórea (0,83%)
Blau Farmacêutica S/A.
Sistema linfático Edema (inchaço - 4,96%)
Pele Reações no local da injeção (4,13%), rubor (calor -
0,83%)
Dor Dor de cabeça (2,48%), mialgia (dor leve - 1,65%)
Trato gastrointestinal Hérnia (0,83%), úlcera (0,83%), estomatite
(0,83%)
Sistema sanguíneo Hematoma (0,83%)
Metabolismo Hiperlipidemia (aumento de colesterol no sangue -
0,83%)
Sistema nervoso Ansiedade (0,83%), depressão, tontura, rosto
mascarado (0,83%)
Sistema respiratório Infecção respiratória superior (0,83%)
Coração Arritmias cardíacas (alteração no ritmo dos
batimentos do coração - 0,83%)
Outras reações adversas relacionadas ao produto
Local Eventos Adversos (Incidência)
Olhos
Ptoses (queda da pálpebra - 6,61%), lagoftalmia
(paralisia da pálpebra que deixa o olho
parcialmente aberto - 6,61%), olho seco (6,61%)
fotofobia (intolerância a luz - 2,48%),
blefaroedema (espasmos das pálpebras -1,65%),
calasia (0,83%), sensação extracorpórea (0,83%),
lacrimejamento (3,31%)
Sistema linfático Edema (inchaço - 4,96%)
Pele Reações no local da injeção (2,48%)
Dor Mialgia (dor leve - 1,65%)
Resultados Pós-Comercialização na Coreia
Em avaliação pós-comercialização conduzida por 6 anos 2010 a 2016) à 695 pacientes com
blefaroespasmo essencial na Coreia, a incidência de reações adversas foram 21,2% (147/695, 215 casos).
Dentre estes, a incidência de reação adversa ao fármaco que tem uma relação causal, com o produto foi de
12,2% (85/695, 106 casos), dos quais incluem: 2,6% olho seco (18/695, 18 casos), 1,9% de ptose (13-695,
13 casos), 1,6% (11/695, 11 casos) cada uma oftalmalgia e blefaroedema.
Relatos de reações adversas menos de 1% conforme a seguir:
. Doença ocular: visão borrada, epífora, diplopia, lagoftalmo, aumento do lacrimejamento, disestesia,
distúrbio lacrimal, irritação ocular, lacrimejamento, olho vermelho, tensão ocular, ceratopatia, queratite,
abrasão da córnea, conjuntivite e visão reduzida;
. Distúrbios do sistema nervoso central e periférico: dor de cabeça, tontura e oftalmoplegia;
. Distúrbio dérmico e anexial: prurido palpebral, erosão da pele, doença da pele da pálpebra e ruga;
. Distúrbio urinário: edema facial;
. Outros: ectrópio.
A incidência de eventos adversos sérios foi de 0,9% (6-695, 8 casos), 0,1% (1/695, 1 caso - grau 3) para
fratura da coluna vertebral, ruptura de tendão, hipotireoidismo, hematosepse, metofibroma, gastrite,
insônia e embolismo pulmonar foram relatados. Nenhuma reação adversa ao fármaco dos quais uma
relação causal com o produto que não poderia ser descartada foi observada.
A incidência de eventos adversos inesperados foi de 13,1% (91/695, 127 casos), os quais incluem 2,6%
(18/695, 18 casos) de resfriado, 1,9% (13/695, 13 casos) de oftalmalgia, 0,9% (6/695, 6 casos) de visão
borrada, 0,7% (5/695, 5 casos) de diplopia, 0,6% (4/695, 4 casos) de disestesia ocular, 0,4% (3/695, 3
casos) de gastrite, 0,3% (2/695, 2 casos) de tensão ocular, osteoartrite, artralgia, fratura espinal, erosão na
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pele, dislipidemia, contusões, edema facial, dor nas costas e insônia. Reações adversas inesperadas foram
relatadas em 0,1% conforme segue:
. Distúrbio ocular: abrasão ocular, doença conjuntival, fotopsia, visão reduzida, blefarite, edema macular;
. Distúrbio respiratório: dor de garganta, fleuma, tonsilite;
. Distúrbio gastrointestinal: dispepsia, refluxo gastroesofágico, gastrite atrófica, pólipo gástrico, gengivite,
hemorroida;
. Distúrbio musculoesqueletal: redução da massa óssea, disartrose, fratura na perna, crepitação, doença de
ligamentos, ruptura do tendão;
. Distúrbio dérmico e anexial: prurido palpebral, prurido, erosão da pele, urticária, onicólise, dermatite e
rugas;
. Distúrbios do sistema nervoso central e periférico: oftalmoplegia, distonia, paralisia, síndrome de Meigs,
dor facial e estenose espinal;
. Distúrbio Metabólico e nutricional: diabetes mellitus e calcificação distrófica;
. Distúrbio de mecanismo de defesa: herpes não indicada e hematosepse;
. Distúrbio de coagulação, hemorragia e plaquetas: embolismo pulmonar;
. Neoplasma: neoplasma de mama e metrofibroma;
. Distúrbio vascular: hemorragia conjuntival e arteriosclerose;
. Distúrbio do vestibular e auditivo: zumbido;
. Distúrbio endócrino: hipotireoidismo;
. Distúrbio eritrócito: anemia;
. Distúrbio do local da injeção: sensação de queimação e dor no local da aplicação;
. Outros: luxação articular, extração de catarata, intoxicação alimentar, ectrópia e laceração.
Dentre estes, a incidência de eventos adversos inesperados nos quais uma relação causal com o produto
não pode ser descartada foi de 4,6% (32/695, 35 casos), 1,6% (11/695, 11 casos) de dor ocular, 0,6%
(4/695, 4 casos) de visão borrada, diplopia, disestesia ocular, 0,3% (2/695, 2 casos) de edema facial, 0,1%
(1/695, 1 caso) de tensão ocular, abrasão ocular, visão reduzida do olho, prurido palpebral, erosão da pele,
doença da pele palpebral, ruga, oftalmoplegia, ectrópio e contusão foram reportados.
A incidência de eventos adversos inesperados graves foi de 0,9% (6/695, 8 casos), que inclui 0,1%
(1/695, 1 caso - grau 3) de fratura da coluna vertebral, ruptura do tendão, hipotireoidismo, hematosepse,
metrofibroma, gastrite, insônia e embolia pulmonar. Não foi identificada nenhuma reação adversa grave
inesperada ao medicamento.
3. Linhas Glabelares (rugas entre as sobrancelhas)
Na Coreia estudos clínicos em indivíduos com linhas glabelares moderadas a severas e na idade de > 18
anos e < 65 anos, ocorreram eventos adversos em 28,4% dos indivíduos que receberam esse produto. A
maioria dos eventos adversos foi leve a moderada e nenhum evento adverso grave foi relatado durante os
estudos clínicos. Os eventos adversos mais frequentemente relatados incluem infecções e infestações em
10 indivíduos (7,5%), distúrbios oculares em 10 (7,5%), transtornos gerais e condição do local de
administração em 6 (4,5%) e pele e subcutânea distúrbios teciduais em 6 (4,5%).
Eventos adversos pelo sistema de órgãos Eventos adversos (taxas de incidências)
Infecções e infestações (7,5%)
Gripe (1,5%), bronquite (0,7%), sinusite crônica
(0,7%), cistite (infecção na bexiga - 1,5%),
acarodermatite (inflamação da pele causada por
ácaros - 0,7%), celulite (infecções de pele - 0,7%),
foliculite (são infecções bacterianas que se iniciam
no folículo piloso, podendo acometer qualquer área
com pelos - 0,7%), herpes genital (0,7%),
faringotonsilite (doenças inflamatórias e
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infecciosas envolvendo faringe, tonsilas palatinas
(amígdalas) e tonsilas faríngeas (adenóides) -
0,7%), pulpite dental (inflamação dolorosa da
polpa dentária - 0,7%), trato respiratório (0,7%)
Distúrbios gerais e local de administração (4,5%) Reação no local da injeção (3,0%), dor no peito
(0,7%), inchaço no local da injeção (0,7%)
Distúrbio dos olhos (7,5%)
Ptose da pálpebra (queda da pálpebra - 4,5%),
conjuntivite (1,5%), edema da pálpebra (inchaço -
0,7%), blefaroespasmo (espasmos das pálpebras -
0,7%), distúrbio sensitivo da pálpebra (0,7%),
ceratoconjuntivite (inflamação dos olhos - 0,7%)
Distúrbio do sistema nervoso (1,5%) Dor de cabeça (0,7%), contração involuntária
muscular (0,7%)
Distúrbio respiratório, torácico e mediastinal
(1,5%)
Tosse (0,7%), dor orofaríngea (dor na garganta -
0,7%)
Distúrbio da pele e tecido subcutâneo (4,5%)
Dermatite de contato (uma inflamação da pele,
causada por uma substância que entra em contato
com o corpo - 1,5%), acne (0,7%), pele seca
(0,7%), hiperqueratose (tipos de lesões na pele -
0,7%), prurido (coceira - 0,7%), hiperplasia
sebácea (aumento das glândulas sebáceas - 0,7%)
Lesões, envenenamento e complicações
processuais (3,7%)
Entorse conjunta (1,5%), contusão (0,7%), lesão
facial (0,7%), tensão muscular (0,7%), hematoma
periorbital (olho roxo - 0,7%)
Distúrbios do tecido conectivo e musculoesqueletal
(1,5%) Dor nas costas (1,5%)
Distúrbios do trato gastrointestinal (1,5%) Diarreia (0,7%), refluxo gastroesofágico (0,7%)
Distúrbios de nutrição e metabolismo (0,7%) Hiperlipidemia (aumento de colesterol no sangue -
0,7%)
Distúrbio do ouvido e labirinto (0,7%)
Doença de Ménière (caracterizada por 3 principais
sintomas: vertigem (sensação de tontura com malestar acompanhado de náusea ou vômito) zumbido
nos ouvidos e perda ou dificuldade de audição -
0,7%)
Distúrbio urinário e renal (0,7%) Nefropatia (lesão ou doença do rim - 0,7%)
Distúrbio vascular (0,7%) Doença vascular periférica (dor na parte de trás das
pernas ao caminhar - 0,7%)
Doença cardíaca (0,7%) Hipertensão (pressão alta - 0,7%)
Distúrbio hepatobiliar (0,7%) Esteatose hepática (gordura no fígado - 0,7%)
Investigações (0,7%) Aumento da enzima hepática (0,7%)
Neoplasmas benignos, malignos e não
especificados (incluindo cisto e pólipos) (0,7%) Papiloma de pele (tumor da pele - 0,7%)
Doenças psiquiátricas (0,7%) Depressão (0,7%)
Sistema reprodutivo e transtornos mamários (0,7%) Doença mamária (0,7%)
Reações adversas a medicamentos as quais não podem ser desconsiderados incluíram reação no local da
administração em 4 indivíduos (3,0%) e ptose da pálpebra em 6 (4,5%).
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Reação adversa ao medicamento pelo sistema de
órgãos Reação adversa ao fármaco
Transtornos gerais e condições do local de
administração (3,7%)
Reação do local de injeção (3,0%), inchaço no
local da injeção (0,7%)
Doenças oculares (5,2%)
Ptose da pálpebra (queda da pálpebra - 4,5%),
conjuntivite (0,7%), blefaroespasmo (espasmos das
pálpebras - 0,7%), distúrbio sensitivo das pálpebras
(0,7%)
Distúrbios do sistema nervoso (0,7%) Dor de cabeça (0,7%)
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo (0,7%)
Dermatite de contato (uma inflamação da pele,
causada por uma substância que entra em contato
com o corpo - 0,7%)
4. Espasticidade Muscular
Foi avaliada a segurança de Botulim®, tratamento para paciente com idade de 20 anos ou acima com
espasticidade pós-acidente vascular cerebral (AVC) do membro superior. Um total de 23 eventos
adversos ocorreram em 19 indivíduos (20%, 19/95 indivíduos) de 95 indivíduos que receberam injeção de
Botulim®. Houve 18 eventos adversos leves, 5 eventos adversos moderados e 3 eventos adversos graves
(cisto branquial, edema periférico e dor nas costas). O evento adverso mais comum relatado foi
"nasofaringite" que ocorreu em 3 indivíduos (3,16%, 3/95 indivíduos).
Independentemente da causalidade, os eventos adversos são classificados de acordo com o sistema de
órgãos na tabela abaixo.
Eventos adversos pelo sistema de órgãos Eventos adversos (taxas de incidentes)
Infecções e infestações (4,21%) Nasofaringite (infecção de vias aéreas superiores
(nariz e faringe) - 3,16%)
Lesões, envenenamento e complicações
processuais (3,16%)
Contusão (1,05%), fratura de humerus (1,05%),
laceração (1,05%)
Distúrbios renais e urinários (3,16%)
Cálculo da bexiga (pedra na bexiga - 1,05%), disúria
(dificuldades para urinar - 1,05%), polaquiúria
(aumento da frequência das micções - 1,05%)
Distúrbios músculo-esqueléticos e do tecido
conjuntivo (2,11%)
Dor nas costas (1,05%) síndrome do manguito
rotador (dor no ombro causada por tendinite ou
ruptura do tendão - 1,05%)
Doenças gastrointestinais (2,11%) Dispepsia (má digestão - 1,05%), gastrite (1,05%)
Distúrbios do sistema nervoso (2,11%) Dor de cabeça (1,05%), tremor (1,05%)
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
(2,11%) Tosse (1,05%), disfonia (alterações na voz - 1,05%)
Distúrbios dos tecidos cutâneos e subcutâneos
(1,05%)
Urticária (reação na pele com vermelhidão e
surgimento de placas - 1,05%)
Perturbações gerais e condições do local de
administração (1,05%) Edema periférico (inchaço - 1,05%)
Doenças congênitas, familiares e genéticas
(1,05%) Cisto branquial (1,05%)
Doenças do metabolismo e da nutrição (1,05%) Hipercolesterolemia (nível elevado de colesterol no
sangue - 1,05%)
Reações adversas a medicamentos que a relação causal com este produto não pode ser excluído são as
seguintes:
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Eventos adversos por sistema de órgãos Eventos adversos (taxas de incidentes)
Infecções e infestações (1,05%) Nasofaringite (infecção de vias aéreas superiores
(nariz e faringe) - 1,05%)
Distúrbios renais e urinários (1,05%) Polaquiúria (aumento do número de micções em
relação ao normal, com diminuição do volume da
urina - 1,05%)
5. Paralisia cerebral pediátrica
A segurança deste produto, foi avaliado o tratamento para pacientes com paralisia cerebral pediátrica com
idades entre 2 e 10 com deformidade dinâmica do pé equino por espasticidade. Um total de 152 eventos
adversos ocorreram em 54 indivíduos (73,97%, 54/73 indivíduos) de 73 indivíduos que receberam esta
injeção de produto. Houve 93 eventos adversos leves, 58 eventos adversos moderados e ocorreu 1 evento
adverso grave (grau 3) cuja relação causal com o medicamento foi considerada como provavelmente não
relacionada e a recuperação do sujeito da pesquisa foi total e sem sequelas. Os eventos adversos
comumente relatados foram "Nasofaringite" ocorridos em 32 indivíduos (43,84%, 32/73 indivíduos) e
"Bronquite", que foi o segundo evento comum ocorrido em 11 indivíduos (15,07%, 11/73 indivíduos).
Além disso, não houve reação adversa ao fármaco que sua causalidade não era negligenciável.
Eventos adversos pelo sistema de órgãos Eventos adversos (taxas de incidentes)
Infecções e infestações (64,38%)
Nasofaringite (infecção de vias aéreas superiores
(nariz e faringe) - 43,84%), bronquite (15,07%),
faringotonsilite (doenças inflamatórias e infecciosas
envolvendo faringe, tonsilas palatinas (amígdalas) e
tonsilas faríngeas (adenóides) - 1,37%), amigdalite
aguda (inflamação das amígdalas recorrentes -
1,37%), sinusite crônica (2,74%), terçol (2,74%),
laringite (inflamação da laringe - 1,37%), otite
média (2,74%), faringite (inflamação da faringe -
2,74%), amigdalite (inflamação das amígdalas -
1,37%), otite média aguda (dor de ouvido - 1,37%),
celulite (infecções de pele - 1,37%), gengivite
(inflamação da gengiva - 1,37%), herpes zoster
(infecção por vírus - 1,37%), herpes oral (infecção
na boca e gengiva causada por vírus - 1,37%),
sinusite (1,37%)
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino
(10,96%)
Rinite alérgica (6,85%), asma (2,74%), hipertrofia
tonsilar (1,37%)
Distúrbios gastrointestinais (10,96%)
Constipação (instestino preso - 4,11%), cárie
dentária (2,74%), enterite (inflamação na mucosa do
intestino - 1,37%), gastrite (1,37%), diarreia
(1,37%), intussuscepção (uma obstrução intestinal
na qual um segmento do intestino fica dobrado
dentro de outro segmento - 1,37%), vômito (1,37%)
Distúrbios dos tecidos cutâneos e subcutâneos
(4,11%)
Dermatite (2,74%), dermatite atópica (doença de
pele crônica que provoca coceira e erupções -
1,37%), eritema (vermelhidão - 1,37%)
Lesões, envenenamento e complicações de
procedimentos (2,74%) Entorse (1,37%), queimadura (1,37%)
Distúrbios gerais e condições do local de
administração (1,37%) Febre (1,37 %)
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Distúrbios do sistema nervoso (2,74%) Convulsão (1,37%), dor de cabeça (1,37%),
hipertonia (rigidez muscular - 1,37%)
Distúrbios dos olhos (4,11%) Conjuntivite alérgica (2,74%), ceratite (inflamação
da córnea 2,74%).
Distúrbios músculo-esqueléticos e dos tecidos
conjuntivos (2,74%)
Mialgia (dor leve - 1,37%), dor na extremidade
(1,37%)
Distúrbios reprodutivos e mamários (1,37%) Balanite (infecção fúngica - 1,37%)
Distúrbios do ouvido e labirinto (1,37%) Vertigem (sensação de tontura com mal-estar
acompanhado de náusea ou vômito - 1,37%)
Investigações (1,37%) Fosfatase alcalina no sangue aumentada (1,37%)
Neoplasias benignas, malignas e não especificadas
(incluindo cistos e pólipos) (1,37%) Papilomas na pele (tumor da pele - 1,37%)
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os sinais e sintomas advindos de uma superdosagem podem não se manifestar imediatamente após a
administração. Em caso de aplicação ou ingestão acidental, o paciente deverá ser clinicamente
monitorado por várias semanas a fim de se detectar o aparecimento e/ou evolução de sinais e sintomas de
fraqueza muscular, que podem ser em locais próximos ou distantes do local da aplicação.
A aplicação da toxina botulínica em músculos orbiculares pode reduzir o número de piscadas expondo a
córnea, deficiências epiteliais persistentes e ulceração córnea, especialmente em pacientes com disfunções
no nervo.
Doses excessivas podem produzir paralisia neuromuscular local, ou à distância, generalizada e profunda,
além de ptose (queda da pálpebra), diplopia (visão dupla), disfagia (dificuldade para engolir ou digerir),
disartria (distúrbio da fala), fraqueza generalizada ou falência respiratória. Estes pacientes devem ser
considerados para avaliação médica adicional e a terapia médica apropriada imediatamente instituída, a
qual pode incluir hospitalização.
Se a musculatura orofaríngea e do esôfago for afetada, pode ocorrer aspiração levando à pneumonia
aspirativa. Se os músculos respiratórios tornaram-se paralisados ou suficientemente enfraquecidos,
intubação e respiração assistida podem ser necessárias até total recuperação do quadro. Cuidados de apoio
podem envolver a necessidade de traqueostomia e/ou ventilação mecânica prolongada, além de outros
cuidados gerais de suporte.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
II - DIZERES LEGAIS
Farm. Resp.: Eliza Yukie Saito – CRF-SP nº 10.878
Registro M.S.: 1.1637.0143
Registrado por:
Blau Farmacêutica S.A.
CNPJ 58.430.828/0001-60
Rodovia Raposo Tavares
Km 30,5 - n° 2833 - Prédio 100
CEP 06705-030 – Cotia – SP
Indústria Brasileira
www.blau.com.br
Blau Farmacêutica S/A.
Importado e Embalado por:
Blau Farmacêutica S.A.
CNPJ 58.430.828/0005-93
Rodovia Raposo Tavares
Km 30,5 - n° 2833 - Prédio 200
CEP 06705-030 - Cotia - SP
Indústria Brasileira
Fabricado por:
Hugel, Inc.
Chuncheon - Coreia do Sul
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 19/08/2019.

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